Eu não conserto pessoas. Eu acompanho travessias.
Engenheiro de Controle e Automação e ex-analista de TI, negligenciei corpo e alma até descobrir que a verdadeira liberdade não se pensa — se vive.
Iniciei minha busca por meio de abordagens mentais e sutis. Mas a mente resistia, retroalimentada por um corpo tenso em modo de defesa.
"Considero a matéria como derivada da consciência."
Max Planck, pai da física quântica
Quando mente e corpo chegaram ao limite, restou um impulso em estado de presença. A quebra de padrão veio com uma mão quebrada e uma grande sensação de alívio, um reset forçado do sistema mente-corpo. Ali o autocuidado deixou de ser ideia e se tornou urgência.
Hoje meu trabalho une toque, respiração, imagem interna e campo energético. Quando a mente se liberta das velhas identificações, a história cristalizada no corpo encontra movimento e voz.
Trago a lei do pertencimento da constelação familiar como princípio de inclusão da fonte primária, de onde toda a matéria emerge e onde cada possibilidade já existe. Isso é amor incondicional em linguagem física: tudo coexiste em potência, sem exclusões. Tudo que se nega consolida o indesejado, enquanto o olhar de inclusão possibilita a mudança. O acolhimento da sombra é um ato de autocompaixão, necessário à transformação.
As emoções são faces da energia vital e, toda forma de expressão banida, em busca de pertencimento, também têm o direito de pertencer. Negar a expressão é negar a própria vida.
Quando a vontade de viver torna-se maior que a busca por aprovação, encontra-se a coragem necessária para atravessar o medo de ser.
Te convido a essa travessia.